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Nota-se, atualmente, certa preocupação com o que possa vir a acontecer em 2012, tudo isso por conta do chamado “calendário maia” e outras profecias. Mas o preocupante mesmo deveria ser o clima de alarmismo e em alguns casos até de catastrofismo gerado a partir da ausência da razão e do discernimento na interpretação dessas previsões.

A astrologia séria, tal como a ensinada por Max Heindel e Augusta Foss Heindel, indica que a evolução humana se processa em ciclos maiores e menores. As configurações estelares revelam pontos de transição e mudanças que impulsionam a espiral evolutiva, afetando a vida e principalmente a consciência das pessoas.

Na verdade, o que mais intranquiliza o ser humano não é propriamente a previsão de catástrofes, mas a perspectiva de mudanças em sua vida. As mudanças trazem uma sensação de desconforto e insegurança. No fundo é o resultado de uma visão equivocada dos processos naturais a que estamos submetidos. Heráclito, um sábio que viveu 600 anos antes de Cristo, já afirmava naquela época que “no Universo nada é permanente a não ser a mudança”.

Aceitar e tentar compreender a impermanência das coisas neste plano da existência é passo de capital importância no caminho do buscador da verdade. Pensar de forma contrária é caminhar na contramão da vida.

Não obstante a vida seja um constante vir-a-ser, as pessoas se acomodam na rigidez dos dogmas e princípios pré-estabelecidos. O novo e o desconhecido assustam e, enquanto entendidos apenas como ameaças e não como oportunidades, qualquer previsão de mudança tende a ser perturbadora.

Se as mudanças de fato ocorrerão somente nos resta estarmos preparados para o seu advento, entendendo, porém, que elas se processam principalmente na consciência humana. Isto já vem acontecendo e se acelerando cada vez mais. Para percebê-las, basta praticar os exercícios rosacruzes da Observação, Meditação e Discernimento.

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