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A expressão “Bálsamo de Gileade”, empregada no Ritual do Serviço do Templo, é figura de retórica, outrora empregada por Jeremias, quando lamentando os aparentemente incuráveis pecados do povo apóstata de Israel, inquiriu se não havia “Bálsamo de Gileade” para curar a terrível doença moral daquele povo. (Jeremias 8:22) “Produto da resina aromática de árvores, tais como a aroeira (almácega ou mastique) ou das terebintáceas, era assim denominado por ser fabricado em quantidade e qualidade na antiga região de Gileade, na Palestina. O seu valor chegou a ser o dobro de seu peso em prata. Sua produção era tão grande, que podiam exportá-lo”. (Gênesis 37:25) ESCLARECIMENTOS O “Serviço do Templo”, bem como os Hinos de Abertura e Encerramento, foi compilado por Max Heindel, sob a direção do Irmão Maior que ele intitulou como “O Mestre”. Em todas as religiões e organizações onde haja o mais profundo conhecimento da Lei Espiritual, o mesmo ritual é usado ano após ano, não se mudando nenhuma palavra, porquanto o ritual tem efeito definido sobre o Corpo Vital dos que o usam. A repetição constante constrói, também, um arquétipo e todos os Centros e Grupos que fazem o ritual, exatamente como é feito na Sede Mundial, serão envolvidos no arquétipo. Tais Centros e Grupos construirão, também, no seu local, uma vibração ou ritmo harmônico com o Raio emitido do Templo da Rosacruz. A Sede Mundial é o foco de irradiação desse Raio para todos os Centros e Grupos da Fraternidade Rosacruz espalhados pelo mundo. Quando o ritual é alterado, mesmo em poucas palavras, o arquétipo é perturbado e os Centros e Grupos que assim procede, coloca-se em desarmonia com o Raio Uníssimo. Existem muitos Egos que estão preparados para os ensinamentos rosacruzes e se o ritual for conservado assim, puro e fiel como foi dado, atrairá tais Egos, tão certamente como age a Lei de Gravidade.

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