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"Olhai os lírios do campo. Eles não fiam nem tecem. Eu contudo vos afirmo que nem Salomão em toda sua glória se vestiu como um deles” ( Lucas, 12:27)

 O homem trabalha, afana-se, agoniza e desespera-se, regozija-se e triunfa, progride ou retarda sua evolução. Pode afastar-se do caminho do progresso traçado pelas Hierarquias, mas tal como o lírio, continua debaixo da compassiva proteção do Criador. Assim como as necessidades do lírio são conhecidas, assim corno são alimentados e formosamente vestidos, assim também são conhecidas as necessidades do homem.

A vida do Cristo Cósmico, consumida anualmente na Terra, torna possível que tanto o lírio quanto o homem possam sobreviver e crescer.

O lírio não tem escolha. A força vital trabalha através dele, queira ou não. A humanidade tem escolha. Eis a grande diferença. Podemos dizer não ao fluxo de energia Crística. E freqüentemente dizemos não, impedindo que a vida de Cristo dentro de nós se consuma a nosso favor.

Desse estado de não cooperação voluntária, dessa não permanência em Cristo é que devemos ser Ressuscitados.

 O homem deve parar de deixar-se manejar pelas influências exteriores; deve trabalhar no silêncio e na meditação para permitir que o Espírito o guie. O Espírito deve, ou deveria ser, o Senhor do homem interior, e quando obedece docilmente a tal orientação, encontra perduravelmente a paz e compreensão, e seus passos se encaminham pela senda do êxito".

Augusta Foss Heindel

O SACRIFÍCIO DIVINO

É chegado um tempo em que nosso Salvador Cristo-Jesus - crucificado pelo povo judeu, sem ter cometido nenhum pecado - faz novamente seu sacrifício para nos salvar. Salvar do quê?

Nossa humanidade sofre, e continuará sofrendo enquanto não aprendermos as Leis da Natureza, as Leis de Causa e Efeito, porque Deus não implica nenhum tipo de sofrimento, pelo contrário, lemos na Bíblia desde os tempos do Gênesis, que tudo o que Ele fez era bom! Que Deus é gozo; que Deus é Amor, Luz, Paz e Harmonia. Entretanto, o homem continua desafiando essas leis, causando vários tipos de sofrimento: violência - com desdobramentos que vão desde os acidentes de trânsito, até guerras; doenças; prejuízos ao meio ambiente; escândalos políticos/financeiros; desemprego e tantas outras coisas negativas que só geram e acumulam dívidas de destino. Estamos cansados de ver, ouvir e observar.

Imaginem agora este Grande Ser, Cristo-Jesus, doar a própria vida, como um sacrifício vivo, presente todos os dias em nossas vidas, simplesmente, pelo fato de nos Amar...

Fala-se muito hoje em dia no Amor e no Amar, porém, nossa forma de amar ainda é egoística, senão rudimentar, porque nosso ser ainda não chegou à capacidade plena de Amar. Esta é uma meta para ser alcançada ao final de um grande Período Evolutivo (Vulcano).

É claro que temos infindáveis exemplos na Bíblia, além de santos e santas e outras figuras que superaram o limiar do amor terreno e atingiram o amor sublime, para citar alguns, tais como São Francisco de Assis, Tomás de Kempis e mais recentemente, Mahatma Gandhi .

Todavia, esses aspectos não nos impede de amarmos de uma forma mais consciente, mais elevada e principalmente - mais desprendida - é o amor do companheirismo, da amizade, da cumplicidade, da participação, do envolvimento e da Ação em se doar, a exemplo do que Cristo-Jesus nos ensinou! Somente Ele nos libertará de todo o sofrimento. Mas, libertação implica purificação, e esta por sua vez nos traz o sofrer, porque através do sofrer, passamos a dar valor às coisas celestiais e eternas.

Façamos uma profunda reflexão neste período tão sagrado, esforçando-nos na prática da Paciência, do Perdão, da Tolerância, Bondade e Generosidade, agradecendo a Deus o sacrifício do Filho Cristo-Jesus, e a oportunidade de Regeneração A tarefa agora é nossa...

L.M.S

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