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Cristo deixou claro nos evangelhos que o comportamento decorrente do estado de consciência de uma pessoa é fator determinante de sua saúde ou enfermidade. Em vários versículos esta afirmação se evidencia: “Tem bom ânimo, estão perdoados os teus pecados”; “Olha que estás curado”. “Não peques mais para que não te suceda coisa pior”; “Tua fé te curou”.

O grande filósofo e psicólogo William James já afirmava no século XIX que “a maior revolução dos nossos tempos é a descoberta de que ao mudar as atitudes internas de suas mentes, os seres humanos podem mudar os aspectos externos de suas vidas”.

Todos os atos, pensamentos e sentimentos produzem um efeito direto no arquétipo do corpo denso, fortalecendo-o ou debilitando-o. O estado de consciência que trazemos ao nascer é a expressão do que aprendemos em vidas passadas. Renascemos com determinados problemas (desarmonias) e utilizamos nosso corpo denso e nosso ambiente para concretizá-los (expressá-los materialmente) e depois resolvê-los. Em outras palavras, manifestam-se no veículo mais denso em forma de sintomas.

Mas, antes de emergirem como sintomas, apresentam-se na consciência como idéias ou desejos.

Qualquer fato que ocorra com e no corpo enseja uma nova vivência, um novo caminho a percorrer. Daí surge a oportunidade de regeneração.

Normalmente, a enfermidade impõe uma mudança de atitude em relação à vida e às pessoas. Saber interpretar esses sinais já é um bom começo.

Max Heindel ensina que o espírito, nos planos internos, elabora os veículos de sua próxima existência de acordo com seu grau de evolução e estado de consciência. O corpo denso, portanto, é uma manifestação da consciência individual. Assim, eliminando-se as desarmonias, a enfermidade será curada, pois há uma íntima relação entre saúde e despertar espiritual.

            G.Silos

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