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Assim como a água se congela pelas linhas de força etéricas nela contidas, invisíveis, mas presentes durante todo o tempo, e toma formas sólidas de vários contornos que chamamos cristais de gelo, assim também o alimento que nós liquidificamos como sangue congela ao longo das linhas etéricas no nosso corpo etérico e toma formas diferentes como epitélio, endotélio, tecido conjuntivo, cartilagens, ossos, etc, formando-se cada espécie de tecido congruentemente com as linhas etéricas dessa parte particular do corpo.

Os chamados “mortos” são os agentes principais no processo de assimilação. Eles são os construtores, enquanto que os “vivos” são os destruidores. Os vivos têm mais força para destruir que os mortos para construir, e por essa razão é que a doença se origina.

            A missão da Fraternidade Rosacruz é ensinar as leis da natureza e como viver em harmonia com elas e ajudar as pessoas a corrigir enganos passados; daí o caráter curativo da nossa obra.

            Devido aos médicos terem feito da cura sua profissão e terem estudado o metabolismo do alimento, a ciência da histologia, etc, são particularmente úteis neste trabalho e aqueles que se juntam a nós como Probacionistas, são cuidadosamente ensinados pelos Irmãos Maiores a tratar seus pacientes durante a noite, quando ambos, paciente e médico, estão fora dos seus corpos. Os Probacionistas leigos em medicina são entregues como assistentes aos médicos, variando seu número de acordo com as circunstâncias.

            A Lua é o corpo celeste que faz com que tudo aconteça; embora os acontecimentos sejam mostrados pelos outros estelares, tais acontecimentos não se realizam enquanto a Lua não os provocar.

            Há, dentro do corpo humano, um fluxo e um refluxo, uma maré, assim como há no mundo exterior. Há períodos críticos em certas doenças, que podem ser previstas com segurança pela Lua e por isso, é muito importante que todos conheçam a enorme influência desse satélite.

            Há uma força cósmica que culmina por ocasião da Luz Nova e outra, quando a Luz está Cheia. Tudo o que se inicia desde a Lua Nova até a Lua Cheia, aumenta em intensidade e afinal culmina quando a Lua estiver Cheia. Este período marca o fluxo da vida que vem do Sol e que é refletido para nós pela Lua. Esta força é um grande auxiliar na recomposição do corpo e para conservá-lo em estado saudável. Da Lua Cheia até a Lua Nova, esta grande força-luz torna-se cada vez mais escura e tudo que é iniciado nesse período tende a definhar e a morrer gradualmente.

            Sabendo que a Luz tem essa influência, conforme aumenta ou diminua em luz, concluímos que esse fator deve ser levado em consideração quando aplicarmos algum tratamento. Todos os tratamentos, como os remédios, podem se divididos em duas classes gerais; estimulantes e sedativos. A primeira classe tem efeito melhor e é mais bem aplicada durante o aumento de luz da Lua, e a outra classe é mais bem empregada durante o período de diminuição da luz da Lua.

            A regra geral é: desde a Lua Nova até a Lua Cheia, os estimulantes produzem mais efeito e os sedativos, menor. Diminua a dose de estimulantes e aumente a dos sedativos. A única exceção a esta regra é quando a Lua crescente aproxima-se a uma conjunção com Saturno. Neste caso, dê doses maiores de estimulantes e menores doses de sedativos.

            Quando a Lua Crescente aproxima-se a uma conjunção com Marte e Mercúrio, os estimulantes têm seu máximo efeito e os sedativos o mínimo efeito.

            Quando a Lua Crescente está em bom aspecto com Júpiter e Vênus, os estimulantes cardíacos produzem seu efeito mais duradouro. A palpitação é tratada com melhores resultados quando a Lua está decrescendo e faz aspectos favoráveis com o estelar Júpiter e Vênus. Aplique estimulantes cardíacos com muita cautela quando os aspectos da Lua para com estes estelares sejam desfavoráveis, especialmente na Lua Nova. Os anestésicos também, nessas ocasiões, poderão produzir resultados fatais. Se inibirmos o nervo pneumogástrico em certa medida, aquietamos a ação do coração e assim estamos aplicando o que em medicina chama-se um sedativo. A manipulação desse nervo de modo a estimular sua ação tem valor similar ou equivalente à aplicação de um estimulante medicinal.

 

(Fragmentos de notas não publicadas, de Max Heindel – Revista: Serviço Rosacruz- Jan/60)

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