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Com a finalidade de adquirir um claro entendimento da extensão da influência do destino nos processos de doença e cura, devemos primeiramente compreender que somos nós mesmos que fazemos nosso destino. Desde os nossos antepassados os Semitas Originais que já eram portadores da faculdade do livre arbítrio, temos manuseado forças que nos colocaram nas atuais condições.

            Assim, pois, nós mesmos temos determinado nossos destinos e por isso, somente nós podemos mudá-lo. Na realidade, reger nossos destinos é a marca característica da divindade. A quase totalidade da humanidade é regida pelas órbitas celestiais, chamadas de “Relógio do Destino”. Os doze signos do zodíaco marcam às 12 horas do dia e da noite. Os estelares (astros) correspondem ao ponteiro das horas e mostram o ano em que certo débito do destino está maduro para expressar-se em nossa vida. A Lua indica o mês e atrai certas influências sentidas por nós sem que percebamos sua origem ou ainda para que serve. Estas influências, porém, fazem com que nossas ações se alinhem ao destino que traçamos em anos ou vidas anteriores.

            Invariavelmente tudo o que é mostrado no mapa astral ocorre, a menos que, usemos nosso livre arbítrio para impor-nos a nós mesmos praticando ações que venham a frustrar nosso destino. Tais fatos não constam do nosso horóscopo.

            A ciência da Astrologia é frequentemente mal empregada por pessoas que adotam atitudes em consequência de aspectos aflitos em seus mapas natais, especialmente aspectos com Saturno. Se por um lado é verdade que as pessoas agem por indicação das influências astrais, também é verdade que “os astros impelem, mas não compelem”. O indivíduo espiritualmente evoluído ou em evolução, que modifica seus hábitos mentais e emocionais em conformidade com as leis de Deus, começa a reger os astros. Em consequência, torna-se senhor do seu próprio destino.

            Dessa forma, esse destino constitui um fator de cura somente na medida da nossa permissão. Cada um de nós é divino, possuímos potencialmente todos os poderes do nosso Criador, Deus, e podemos através do exercitamento apropriado desses poderes, progredirem para qualquer nível de desenvolvimento espiritual que desejamos. Lógico que isto requer esforço persistente de auto-disciplina. Como a maioria das pessoas permite que seus desejos as governem, ficam então sujeitas a vários tipos de doenças.

            Entretanto, o poder do Espírito é ilimitado e à medida que aperfeiçoamos esse poder, vivendo de acordo com as imutáveis leis do Amor, da unidade, do serviço, etc., nos libertaremos das cristalizações resultantes do ódio, do ressentimento, do mau humor, da suspeita, etc., e passaremos então a gozar saúde abundante.

                                                                                                                     

(Extraído do ECOS – abril/91)

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