Sou mais razão ou mais coração?

Filosofia | 24/04/2019

Se neste momento você fosse fazer um exercício de olhar para si mesmo e se deixar mergulhar nessa pergunta, o que responderia?

Como forma de enriquecer essa reflexão, podemos nos debruçar sobre os dois textos a seguir e nos perguntar, por exemplo, “qual dos textos ressoa mais em meu ser?” ou “por qual texto eu me sinto mais tocado?”

De acordo com o axioma Hermético “como em cima, assim é embaixo” e vice-versa, os Sistemas Solares nascem, morrem e tornam a nascer, em ciclos de atividade e repouso, tal como acontece ao homem.

Há uma constante alternação de atividades em todos os domínios da Natureza, correspondentes às alternâncias do fluxo e refluxo do  dia e da noite, do verão e do inverno, da vida e da morte.

No princípio de um Dia de  Manifestação é ensinado que  um Grande Ser (designado no Mundo Ocidental pelo nome de Deus e com outros nomes em outras partes da terra), limita-se a  Si Mesmo em certa porção do Espaço no qual Ele decide criar um Sistema Solar para evoluir e dilatar a Sua própria consciência.

Ele inclui em seu próprio Ser  hostes de gloriosas Hierarquias, para nós de incomensurável poder e esplendor espirituais. São elas o fruto de passadas manifestações desse mesmo Ser e também de outras Inteligências, em graus decrescentes de desenvolvimento que chega a incluir as que não alcançaram um estado de consciência tão elevado como o de  nossa humanidade atual. Estas últimas, portanto, não serão capazes de terminar sua evolução neste Sistema. Em Deus – esse Grande Ser Coletivo, estão contidos seres menores de todo grau de inteligência e estado de consciência, desde a onisciência até a inconsciência, esta mais profunda ainda que a condição do transe mais profundo.”

(Conceito Rosacruz do Cosmos, 3ª edição, pg. 169)

“Não ama a Deus quem ao semelhante odeia;

espezinhando-lhe  a alma e o coração;

aquele que algema, nubla ou tolda a mente

pelo medo do inferno, não entendeu a divina direção.

(…)

Por que então não aceitá-Lo na Sua doce palavra?

Por que manter credos que trazem desuniões?

Uma só coisa importa e deve ser ouvida!

Que o amor fraternal  encha todos os corações.

Mas há ainda uma coisa que o  mundo precisa saber;

há um só bálsamo para toda a humana dor,

há um só caminho que conduz ao céu,

este caminho é a solidariedade e o amor.

(Conceito Rosacruz do Cosmos, 3ª edição, pg. 15)

Percebendo-se mais como razão, vale a pena permitirmos que outros questionamentos venham à tona, tais como “quais são os frutos da ação dessa razão no mundo?”, “meu coração é escravo da minha razão?” e “como seria pensar com o coração?”.

Da mesma forma, ao nos percebermos mais como coração, vale a pena nos indagarmos de forma semelhante, ou seja, “quais são os frutos da ação desse coração no mundo?”, “minha razão é escrava do meu coração?” e “como seria sentir com a razão?”.

Ao ler e refletir sobre tudo isso, em algum momento pode ser que passemos a pensar “mas por que vale a pena se fazer esses questionamentos?” ou “o que isso tem a ver com a Filosofia Rosacruz?”.

A resposta pode ser encontrada na própria capa do livro Conceito Rosacruz do Cosmos, que nos convida a considerar a possibilidade de unirmos a cabeça e o coração e, através da prática do serviço amoroso e desinteressado, conseguir construir o corpo-alma.

Portanto, para se aprofundar mais nessa reflexão a partir dos ensinamentos da Filosofia Rosacruz, sugerimos a leitura ou releitura da INTERPRETAÇÃO DA CAPA do Conceito Rosacruz do Cosmos e desejamos QUE AS ROSAS FLORESÇAM EM VOSSA CRUZ!

 

24/04/2019

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